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Muitas pessoas usam a internet para consultar saldos bancários.
Outros usam para os aumentar!
Informação que deve saber:
78% dos consumidores baseiam a decisão de compra na recolha de informação da internet e 75% das pesquisas são feitas directamente nos sites de revendedores.
Entre Janeiro e Setembro de 2008, contavam-se 2,4 milhões de internautas que acediam a sites de comércio a partir de casa, correspondentes a 78,7 por cento dos utilizadores de Internet em Portugal.
O estudo da ACEP é optimista quanto ao patamar do comércio electrónico dentro de quatro anos, prevendo que, nessa data, 22 por cento dos portugueses, 2,5 milhões, precisamente, comprem online, resultando num negócio de 1,5 mil milhões de euros. No que se refere às empresas (Business to Business – B2B), esse número é ainda mais elevado. Um valor que deverá crescer para as 160 mil empresas (45%) e para os 2,5 mil milhões de euros em 2011.
Um gestor pode decidir não utilizar esta infra-estrutura, mas é fundamental que tenha consciência que a sua concorrência, a actual e a futura, o fará e de que, nessa altura, pode já não ser possível inverter uma situação competitiva adversa. Esta é uma batalha sem tréguas, a que muitos não irão sobreviver.
O futuro favorecerá os retalhistas que melhor souberem conjugar a experiência de loja com a navegação e serviço oferecido no seu site.
Informação que deve saber:
78% dos consumidores baseiam a decisão de compra na recolha de informação da internet e 75% das pesquisas são feitas directamente nos sites de revendedores.
Entre Janeiro e Setembro de 2008, contavam-se 2,4 milhões de internautas que acediam a sites de comércio a partir de casa, correspondentes a 78,7 por cento dos utilizadores de Internet em Portugal.
O estudo da ACEP é optimista quanto ao patamar do comércio electrónico dentro de quatro anos, prevendo que, nessa data, 22 por cento dos portugueses, 2,5 milhões, precisamente, comprem online, resultando num negócio de 1,5 mil milhões de euros. No que se refere às empresas (Business to Business – B2B), esse número é ainda mais elevado. Um valor que deverá crescer para as 160 mil empresas (45%) e para os 2,5 mil milhões de euros em 2011.
Um gestor pode decidir não utilizar esta infra-estrutura, mas é fundamental que tenha consciência que a sua concorrência, a actual e a futura, o fará e de que, nessa altura, pode já não ser possível inverter uma situação competitiva adversa. Esta é uma batalha sem tréguas, a que muitos não irão sobreviver.
O futuro favorecerá os retalhistas que melhor souberem conjugar a experiência de loja com a navegação e serviço oferecido no seu site.